Conheça as plantas presentes na formulação da Olina

Olina é um fitoterápico composto por 7 plantas com a capacidade de devolver o bem-estar e o conforto gastrointestinal às pessoas, combatendo a indigestão e a prisão de ventre de forma eficaz.
Neste artigo, você poderá conhecer cada uma, bem como o seu papel na composição. Acompanhe a gente nessa leitura!
As plantas presentes na formulação da Olina
As plantas presentes em nosso fitoterápico possuem propriedades capazes de combater quadros de constipação e regular o trânsito intestinal.
Alguns de seus benefícios são: induzir a movimentação do intestino, apresentar efeito calmante para o aparelho digestivo, evitar inflamações, combater os desconfortos de uma má digestão, dentre muitos outros.
No entanto, as plantas foram cuidadosamente selecionadas por João Wesp para compor a Essência de Vida, para que, juntas, tenham seu efeito potencializado, tomando todo o cuidado necessário com as especificidades de cada uma.
Confira, a seguir, informações sobre cada uma delas:
Aloe Ferox
A Aloe ferox, conhecida também como babosa-do-cabo, é uma planta vinda do sul da África, mais especificamente das áreas secas no Cabo da Boa Esperança.
Essa planta resistente pode chegar a 5 metros de altura e tem folhas grossas, típicas das babosas, ricas em nutrientes.
Suas bordas são cobertas por espinhos de cor castanha ou vermelha, que ajudam a afastar animais que tentam se alimentar dela.
No inverno, ela floresce e exibe um visual bem chamativo, com flores de cores vivas entre o laranja e o vermelho, atraindo abelhas e outros polinizadores.
A Aloe ferox é uma planta famosa por ter uma alta concentração de minerais, aminoácidos e vitaminas em suas folhas. Dentro do mundo das babosas, ela é uma das ervas digestivas mais eficazes em termos de saúde, com compostos como aloína e polissacarídeos que trazem muitos benefícios.
Esses nutrientes ajudam na digestão, regulam o colesterol e dão uma força extra ao fígado.
Além disso, seus monossacarídeos, como a frutose e a glicose, contribuem para que o intestino funcione regularmente. Por essa razão, ela é usada como um laxante natural contra a constipação.
Não é só na saúde digestiva que o Aloe ferox faz sucesso. Além de fazer parte de medicamentos como a Olina, essa planta também é bastante usada na indústria de cosméticos, sendo ingrediente em vários produtos para a pele e cabelo, graças às suas propriedades hidratantes e cicatrizantes.
Em seu habitat, Aloe ferox fornece alimento e abrigo para várias espécies locais.
Angélica
A Angélica, planta de origem no norte da Europa, é adaptada para crescer em ambientes frios e úmidos, onde se desenvolve melhor.
Essa planta é conhecida pela sua estrutura robusta, com uma raiz longa e um caule suculento que pode alcançar impressionantes 2 metros de altura. No topo, a Angélica exibe folhas branco-esverdeadas que formam cachos vistosos.
Rica em componentes terapêuticos, a angélica é uma planta que contém ácidos orgânicos, que promovem equilíbrio e bem-estar geral, e que também conta com ácidos fenólicos, conhecidos por suas propriedades antioxidantes, que ajudam a fortalecer a imunidade e a revitalizar a pele.
Além disso, a angélica é uma excelente fonte de óleos essenciais, que atuam no corpo com efeitos anti-inflamatórios, analgésicos e calmantes.
Para o sistema digestivo, essa planta conta com poderoso efeito calmante. Isso se deve à presença de compostos que relaxam a musculatura lisa do estômago e do intestino, aliviando sintomas de má digestão, inchaço e gases.
A Angélica também atua em condições mais complexas, como icterícia, vômitos e diarreia, ajudando a restaurar o equilíbrio gastrointestinal.
Além desses benefícios, Angélica também tem ação positiva no fígado, estimulando-o a remover substâncias tóxicas do corpo e promovendo uma limpeza natural do organismo. Por isso, a ação da Angelica archangelica é associada ao bem-estar geral.
Canela
Apreciada desde a Antiguidade por seu aroma e por suas propriedades medicinais, a Canela é originária da Ásia, mais precisamente na região da Indonésia.
A caneleira, árvore da qual a canela é extraída, cresce melhor em áreas tropicais com uma temperatura média em torno de 25ºC, e pode atingir de 6 a 12 metros de altura.
A canela que conhecemos como especiaria é obtida de uma camada específica da casca da caneleira. Abaixo da primeira camada da árvore, está a casca interna, mais macia, que é removida e posta para secar ao sol.
Nesse processo, as pontas da casca se enrolam naturalmente, formando o tradicional "pau de canela", com seu formato tubular característico.
A canela oferece diversos benefícios para a saúde, especialmente para o coração e para a digestão.
No sistema circulatório, os polifenóis e compostos antioxidantes da canela ajudam a reduzir a pressão arterial e os níveis de colesterol.
No sistema digestivo, a canela estimula o metabolismo, pois tem a propriedade de aumentar a produção de calor no corpo.
Essa especiaria também estimula as enzimas digestivas, favorecendo a absorção de nutrientes e combatendo os sintomas de desconforto, como inchaço e gases.
Outra ação importante da canela no sistema digestivo é sua ação contra a bactéria H. pylori, conhecida por causar úlceras e gastrite.
A canela possui compostos antimicrobianos e anti-inflamatórios que ajudam a reduzir a inflamação e criar um ambiente intestinal menos propício para essa bactéria.
Galanga
A galanga, também conhecida como gengibre azul ou gengibre tailandês, é uma planta originária da Ásia, popular na China, Tailândia e Indonésia.
É uma planta que cresce bem em climas tropicais e subtropicais, sendo ideal para cultivo em solos bem drenados e ricos em matéria orgânica.
A galanga pode atingir até 3 metros de altura, mas o verdadeiro tesouro está na parte da planta que fica abaixo da terra: seu rizoma.
O rizoma da galanga é aromático, com um sabor único, picante e levemente cítrico, amplamente utilizado na culinária e em medicamentos como a Olina.
Essa parte da galanga é rica em compostos naturais como flavonoides, óleos essenciais, taninos e resinas.
Esses componentes possuem propriedades antimicrobianas potentes, ajudando o organismo a combater vírus, bactérias e fungos.
Sua ação antioxidante combate os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular e fortalece o sistema imunológico.
No sistema digestivo, a galanga é especialmente eficaz em reduzir gases intestinais e o desconforto abdominal associado a eles, por conta de seu efeito carminativo.
Essa planta também estimula o apetite e potencializa a digestão, aumentando a produção de sucos gástricos que ajudam na quebra dos alimentos.
A galanga apresenta, ainda, efeito anti-inflamatório no tratamento de condições como gastrite e colite, reduzindo a inflamação gerada por elas e promovendo a cicatrização das paredes do sistema digestivo. Seu consumo também está associado a melhoras na flora intestinal.
Genciana
A genciana é uma planta originária das regiões montanhosas da Europa, encontrada especialmente nas áreas centrais e do sul do continente. Ela prospera em ambientes com boa exposição solar, onde desenvolve suas flores vibrantes e chamativas.
Essa planta pode alcançar até 1,5 metro de altura e possui uma estrutura robusta, com folhas largas e flores que atraem polinizadores. No entanto, é em sua raiz espessa e amarelada que estão concentrados os compostos ativos mais valiosos.
Conhecida por seu sabor intensamente amargo, a raiz da genciana é uma das plantas mais utilizadas para tratar desordens gastrointestinais e melhorar o apetite.
Isso porque seus compostos amargos, como a amarogentina, estimulam a produção de sucos digestivos, como a saliva e as enzimas do estômago, o que favorece a digestão e ajuda a aliviar a sensação de “estômago pesado".
Os alcaloides presentes na raiz da genciana também favorecem uma digestão eficiente.
O efeito estimulante dessa planta é especialmente benéfico para quem está em recuperação de doenças e procedimentos complexos, pois ajuda a restaurar o apetite e a capacidade de absorção de nutrientes.
Inclusive, a genciana é usada pela medicina tradicional europeia na fabricação de tônicos digestivos.
Além disso, a genciana é rica em óleos essenciais com efeitos antimicrobianos, contribuindo para o equilíbrio da flora intestinal e ajudando a prevenir infecções leves, especialmente intestinais.
Ruibarbo
O ruibarbo, originário das regiões montanhosas do Tibete e da Ásia Central, é uma planta que se adapta bem a climas amenos e frios, preferindo temperaturas baixas com boa exposição solar.
A parte comestível do ruibarbo é o caule, que pode ser consumido fresco, em receitas culinárias, ou processado para fitoterápicos como a Olina.
Com um perfil nutricional e terapêutico rico, o ruibarbo oferece diversos benefícios para a saúde. Seus compostos auxiliam na regulação do colesterol, controle da pressão arterial, na saúde dos ossos e também favorecem a digestão.
Entre os principais compostos do Ruibarbo, estão as antraquinonas, substâncias que estimulam o funcionamento intestinal, promovendo o fluxo de bile e acelerando o trânsito intestinal.
O efeito laxante dessa planta é eficaz para melhorar quadros de constipação, auxiliando na eliminação regular dos resíduos.
Além disso, o ruibarbo contém taninos, que possuem ação adstringente, ajudando a controlar episódios de diarreia quando a planta é consumida em pequenas quantidades.
Essa combinação de antraquinonas e taninos faz com que o ruibarbo equilibre o trato intestinal.
Os nutrientes presentes no Ruibarbo, somados aos seus compostos antioxidantes, ajudam a proteger as células contra o estresse oxidativo, promovendo um bem-estar geral.
Mirra
A mirra é uma resina aromática extraída da Commiphora myrrha, uma árvore espinhosa e resistente, nativa da África e encontrada em regiões áridas com clima quente e seco.
Essa árvore pode crescer até 5 metros de altura. Para a obtenção da mirra, é feita uma incisão em sua casca, e a resina que escorre é coletada e, posteriormente, deixada para secar. O resultado são grânulos amarelados e translúcidos, com aroma característico.
A mirra é valorizada há milênios por suas propriedades medicinais. Rica em compostos antimicrobianos, anti-inflamatórios e antioxidantes, ela tem o poder de combater infecções, reduzir inflamações e proteger as células contra o estresse oxidativo.
No sistema digestivo, a mirra desempenha um papel importante no alívio de inflamações nas mucosas, sendo especialmente benéfica em condições como gastrite e colite.
Os compostos anti-inflamatórios da mirra ajudam a reduzir a irritação e a inflamação nas paredes do estômago e intestino, proporcionando um efeito calmante e reparador que auxilia na cicatrização das mucosas.
Além de proteger o trato gastrointestinal, a mirra preserva a flora intestinal, mantendo o equilíbrio das bactérias benéficas que auxiliam na digestão e no sistema imunológico.
A mirra também contribui para uma digestão mais eficiente, pois estimula a produção de enzimas digestivas, combatendo o desconforto e melhorando a absorção de nutrientes.
Esses benefícios digestivos são complementados pela ação antimicrobiana da mirra, que ajuda a inibir o crescimento de bactérias e outros microorganismos prejudiciais ao sistema digestivo.
Olina é a sua parceira para uma digestão tranquila
Como vimos, Olina é composta por um time campeão de plantas dotadas de poderosas propriedades.
A digestão é um aspecto importante da vida diária e, por isso, é necessário que tudo siga em ordem. Olina e sua formulação estão aqui para isso!
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Até breve!
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